---
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- source_sentence: Para que servem os transformadores de corrente nos sistemas de
proteção elétrica?
sentences:
- " neutro e a malha de terra da subestação. Há também a alternativa de se inserir\n\
\ um transformador de isolamento entre o DCP / bucha capacitiva e os\n equipamentos\
\ de medição para minimização do potencial transferido e de ruídos.\n- Existem\
\ casos em que os sinais secundários de TPCs ou TPIs sofrem um\n processo de\
\ transdução para corrente contínua no pátio da subestação e os\n sinais CC são\
\ levados para a sala de controle. Nestes casos serão necessárias\n buscar soluções\
\ semelhantes às do uso de DCP ou tap da bucha dos\n transformadores / reatores,\
\ pois os sinais do secundário terão de ser acessados\n no pátio.\n- No caso\
\ de se instalar instrumentos de medida a divisores capacitivos ou à\n bucha\
\ capacitiva de transformadores / reatores de potência é necessário o\n desligamento\
\ do barramento ou do “bay” correspondente antes de sua conexão\n à rede básica.\n\
- No caso do uso de divisores capacitivos (DCP) sua conexão ao barramento\n primário\
\ deve ser efetuada de acordo com normas da concessionária, levando-\n se em\
\ consideração a existência de anéis para minimizar o efeito corona e as\n exigências\
\ relativas ao cabo conector na alta tensão fornecidas pela\n\nDefinição das Metodologias\
\ e Procedimentos Necessários às Campanhas de Medição\ndos Indicadores de Desempenho\
\ da Rede Básica\n14\nProjeto 3200\nEmpresa do Sistema Eletrobrás\n\n---\n\nconcessionária.\n\
\n- Os equipamentos de medição devem ser condicionados preferencialmente em invólucros\
\ metálicos de forma a minimizar os níveis de ruídos existentes. O fabricante\
\ dos equipamentos de medição normalmente estabelece em sua especificação os níveis\
\ de interferência a que o equipamento pode ser submetido e os cuidados no seu\
\ condicionamento.\n- A temperatura e a umidade no local da medição devem estar\
\ dentro da faixa permitida pelo fabricante do equipamento.\n"
- "Com essa tecnologia, surgiram os primeiros relés multifunção (figura 1.10).\n\
\nBASEADOS NA MEDIÇÃO DE\nGRANDEZAS ANALÓGICAS\n↓\nESTÁTICOS\n↓\n- VÁLVULAS ELETRÔNICAS\n\
\ 1925\n- TRANSISTORES\n 1949\n- CIRCUITOS\n INTEGRADOS\n 1960 A 1970\n\n\
Figura 1.10 – Relés estáticos\n\n# Digital\n\nOs relés de tecnologia digital se\
\ baseiam em grandezas digitais. A partir dessa tecnologia os relés passaram a\
\ assumir as funções de medição e controle além de proteção.\nOs relés são definitivamente\
\ do tipo multifunção e possuem característica adaptativa (figura 1.11).\n\nEntradas\
\ analógicas → A/D → Microprocessador\nEntradas discretas → Microprocessador\n\
PONTF → Microprocessador\n\nMicroprocessador → Saídas discretas\nMicroprocessador\
\ → Sinalização\nMicroprocessador → Porta serial\nMicroprocessador → Porta para\
\ fia\n\nFigura 1.11 – Relés digitais\n\nA tecnologia digital incorporou diversos\
\ recursos aos relés de proteção (figura 1.12):\n- Sistemas de autoteste e autodiagnose;\n\
- *Hardware* aplicado a vários tipos de relés;\nEquipamentos de Geração e Transmissão\
\ | 25\n\n- Funções adaptativas;\n- Registrador digital de perturbações;\n- Localizador\
\ de faltas;\n- Medição e controle integrados.\n\nFigura 1.12 – Tipos de relés\
\ digitais\n\n# 2\n# TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS\n\nOs relés de proteção\
\ são alimentados por tensão e corrente provenientes dos transformadores de instrumentos\
\ (TCs e TPs). Esses transformadores fazem o isolamento dos circuitos de alta\
\ tensão do sistema elétrico e também fornecem proporcionalmente aos relés as\
\ grandezas necessárias aos seus circuitos de medição O desempenho destes transformadores\
\ é fundamental para a operação dos relés.\n\nA aplicação adequada dos transformadores\
\ de corrente e potencial envolve a consideração de diversos requisitos, tais\
\ como: construção mecânica, tipo de isolamento, relação entre as correntes e\
\ tensões primárias e secundárias, capacidade térmica contínua, capacidades térmica\
\ e mecânica de curta duração, classe de isolamento, nível de impulso, condições\
\ de serviços, classe de exatidão e conexões. Nesse capítulo será dado destaque\
\ às características elétricas necessárias para a especificação dos transformadores.\n\
\n## 2.1 – Transformadores de corrente\n\nOs TCs são usados para reduzir as correntes\
\ do sistema elétrico a valores compatíveis com os valores nominais de corrente\
\ utilizados pelos relés e medidores. Além disso, servem para isolar os circuitos\
\ de medição do sistema primário de alta tensão além de permitir a padronização\
\ das correntes nominais dos relés e medidores.\n\nOs TCs devem ser capazes de\
\ reproduzir as correntes de zero a 20 vezes a corrente nominal, mantendo a classe\
\ de exatidão garantida pelo fabricante (figura 2.1).\n\nFigura 2.1 – Função do\
\ TC\n\nA figura 2.2 mostra a representação de um TC com sua carga secundária\
\ conectada.\n28 | Transformadores para instrumentos\n\nCarga do TC\nFigura 2.2\
\ – Representação\n\nDesprezando a corrente de excitação, a corrente secundária\
\ pode ser expressa de acordo com a equação:\n\n$$\n"
- Os transformadores para instrumentos, abrangendo TCs e TPs, desempenham um papel
central na alimentação dos circuitos de proteção, exigindo uma análise detalhada
de parâmetros como classe de isolamento, conexões e capacidades térmicas de curta
duração. A exatidão desses equipamentos, conforme demonstrado na figura 2.1, deve
ser mantida mesmo em variações significativas de zero até 20 vezes o valor nominal,
o que é fundamental para a operação de dispositivos que utilizam microprocessadores
e portas seriais. Na transição das tecnologias de grandezas analógicas para as
digitais, os relés passaram a incorporar registradores de perturbação e localizadores
de faltas, dependendo da integridade das grandezas fornecidas pelos circuitos
de medição. A representação da carga secundária conectada e a consideração da
corrente de excitação são aspectos técnicos vitais para garantir que a sinalização
e o controle integrados reflitam as condições reais do sistema primário de alta
tensão, mantendo a conformidade com as normas de construção mecânica e condições
de serviço.
- source_sentence: Quem são os sócios da Fótons de Santa Marta Energias Renováveis?
sentences:
- A estrutura da Fótons de Santa Marta Energias Renováveis S.A. é detalhada nos
registros de qualificação jurídica e cadastral, indicando sua sede no município
de Maracanaú, no Ceará. De acordo com os documentos devidamente registrados na
junta comercial do estado do CE, a responsabilidade pela condução da empresa e
pela assinatura de atos constitutivos pertence aos seus diretores, especificamente
Sérgio Armando Benevides Filho e Eugenio Pacelli Mendonça Dupin. A análise do
quadro de composição societária demonstra uma organização de controle integral,
com 100% de participação direta e indireta vinculada a fundos de investimento
em participações multimestratégia e fundos com investimento no exterior. Tais
informações, consolidadas no Despacho de Aprovação nº 00147/2021/PFANEEL/PGF/AGU,
asseguram a regularidade fiscal da interessada (CNPJ 38.305.268/0001-04) e a posse
das áreas necessárias para a atividade de geração de energia elétrica.
- 'As fontes renováveis cresceram em ritmo mais acelerado devido à expansão do setor
sucroalcooleiro e a forte penetração de outras renováveis, como as fontes eólica,
solar, licor preto e biodiesel. A energia eólica apresentou participações crescentes
na matriz energética, chegando a 2,6% da Oferta Interna de Energia em 2023. Já
o licor preto, diretamente associada à indústria de celulose, contribuiu com 3,4%
da OIE em 2023. O biodiesel tem sido favorecido pela política de adição deste
combustível no diesel fóssil. Em 2023, o percentual de adição (em volume) foi
arbitrado em 12% a partir do mês de abril daquele ano. O volume médio anual de
adição do biocombustível atingiu 11,54% na composição do óleo diesel total em
2023.
Página | 21
Atlas da Eficiência Energética – Brasil | 2024
Introdução
# Evolução do consumo energético por setor
'
- 'abril de 2021 e do referido Despacho de Aprovação nº 00147/2021/PFANEEL/PGF/AGU,
de 13 de abril de 2021.
# III - DA ANÁLISE
## III.1 – Análise das informações e documentos encaminhados
8. Os dados cadastrais e de regularidades jurídica e fiscal da(s) Interessada(s)
e as características técnicas dos empreendimentos, com análise dos documentos
encaminhados, estão discriminados nos quadros a seguir.
Quadro 2 - Dados Cadastrais
| Interessada | Fótons de Santa Marta Energias Renováveis S.A. | CNPJ: | 38.305.268/0001-04
|
|---|---|---|---|
| Município: | Maracanaú | Estado: | Ceará |
| Sede: | Rodovia Doutor Mendel Steinbruch, 10.800 sala 330, Distrito Industrial
| CEP: | 61.939-906 |
| E-mail CDA: | cadastramento@casadosventos.com.br | | |
| Representante Legal: | Sérgio Armando Benevides Filho | Cargo: | Diretores |
| | Eugenio Pacelli Mendonça Dupin | | |
Quadro 3 - Qualificação Jurídica
| Ato Constitutivo e representatividade legal | Documentos devidamente registrados
na junta comercial do estado do CE. Verifica-se no objeto social da empresa a
atividade de geração de energia elétrica. A solicitação de autorização foi assinada
pelos representantes legais elencados no Quadro 2, com delegação para representar
a Requerente, de acordo com o ato constitutivo. |
|---|---|
| Declaração de Propriedade: | A empresa encaminhou declaração de propriedade
ou posse das áreas necessária à implantação dos empreendimentos, que compõe um
dos itens constantes dos Formulários de Requerimento de Outorga, assinados pelo
Representante Legal. |
Quadro 4 – Composição Societária
| AUTORIZADA | % |
|---|---|
| 1. Fótons de Santa Marta Energias Renováveis S.A. | 100 |
| Participação Direta/Indireta | % |
| 1.1 Salus Fundo De Investimentos Em Participações Multiestratégia | 100 |
| 1.1.1 Fundo De Investimento Salus Multimercado Crédito Privado Investimento
No Exterior | 100 |
| 1.1.1.1 Mario Araujo Alencar Araripe | 100 |
Quadro 5 - Regularidade Fiscal
'
- source_sentence: Qual a participação do chuveiro elétrico no consumo de energia
das residências?
sentences:
- 'VII - encaminhar à ANEEL, ao término da construção ou quando solicitado, informações
relativas aos custos com a implantação do Empreendimento, na forma e periodicidade
a serem definidas em regulamento próprio.
Parágrafo único. Pelo descumprimento das obrigações decorrentes da legislação
de regência de produção e comercialização de energia elétrica e do disposto nesta
Portaria, a autorizada ficará sujeita às penalidades estabelecidas nas normas
legais vigentes.
**Art. 4º** Estabelecer em cinquenta por cento, nos termos do art. 26, § 1º, da
Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 2006, o percentual de redução a ser aplicado
às Tarifas de Uso dos Sistemas Elétricos de Transmissão e de Distribuição, para
o transporte da energia elétrica gerada e comercializada pela EOL Parque Eólico
Cabeço Preto III, enquanto a potência injetada nos Sistemas de Transmissão ou
Distribuição for menor ou igual a 30.000 kW, nos termos da legislação e das regras
de comercialização vigentes.
**Art. 5º** A presente autorização vigorará pelo prazo de trinta e cinco anos,
contado a partir da publicação desta Portaria.
Parágrafo único. A revogação da autorização não acarretará ao Poder Concedente,
em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade quanto a encargos, ônus, obrigações
ou compromissos assumidos pela autorizada com relação a terceiros, inclusive aquelas
relativas aos seus empregados.
**Art. 6º** Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
EDISON LOBÃO
Este texto não substitui o publicado no D.O. de 17.01.2013, seção 1, p. 53, v.
150, n. 12.
(Alterado o cronograma de implantação da EOL, pela REA ANEEL 5.368 de 28.07.2015.)
(Alterado o número, o posicionamento georreferenciado e a potência instalada dos
aerogeradores, a potência instalada, a potência líquida e o sistema de transmissão
de interesse restrito da EOL, pelo DSP SCG/ANEEL 1.456 de 01.06.2016)'
- O monitoramento do setor residencial no Atlas da Eficiência Energética de 2024
demonstra mudanças significativas no perfil de uso de equipamentos entre 2005
e 2023. O indicador ODEX, elaborado pela EPE, é utilizado para agregar a tendência
de consumo elétrico com base nos pesos dos principais aparelhos nas residências.
Nesse contexto, observou-se que a aquisição de chuveiros elétricos de maior potência
elevou o consumo médio anual por equipamento, embora a posse desses itens tenha
caído ao longo do período. A substituição do estoque por modelos mais eficientes
impacta o consumo médio nacional, mas o ganho de eficiência energética global
é mensurado pelo ODEX, que reflete a trajetória de consumo dos usos finais e o
peso de cada equipamento elétrico na matriz residencial sem considerar apenas
a potência nominal isolada.
- 'A posse de chuveiros elétricos caiu entre 2005 e 2023. Apesar de o consumo médio
anual por equipamento ter aumentado devido à aquisição de chuveiros de maior potência,
a participação desse equipamento no consumo residencial de eletricidade anual
reduziu significativamente desde 2005, chegando a 13% em 2023.
A penetração de equipamentos mais eficientes, em substituição aos mais antigos,
tende a reduzir o consumo médio do estoque existente no país.
Página | 38
Atlas da Eficiência Energética – Brasil | 2024
Setor Residencial
# ODEX Residencial
ODEX é um indicador utilizado para avaliar o ganho de eficiência energética em
um período. Esta medida para as residências agrega a tendência de consumo dos
diferentes usos finais (no caso energético), ou os principais equipamentos elétricos
(no caso elétrico), com base em seus pesos no consumo total.
Figura 22: Evolução do ODEX residencial calculado para energia total e eletricidade
Fonte: Elaborado por EPE
'
- source_sentence: Por que o modelo de empresas estatais no setor elétrico passou
a ser criticado?
sentences:
- 'Primeiramente, é fundamental fazer observações sobre os diversos modelos que
já foram tentados. O modelo estatal funcionou bem durante anos, porém, apresentava
riscos de natu- reza não elétrica para a sociedade; as empresas foram cooptadas
por seus empregados e criaram um fortíssimo sistema corporativo de defesa de privilégios;
os postos diretivos passa- ram a ser barganhados em interesses políticos, e sua
administração e custos operacionais ficaram difíceis de controlar. Finalmente,
investimentos elevados (o setor exige cerca de 7 bilhões de dólares ao ano) faltavam,
ou eram deslocados, quando poderiam ser utilizados na área social. Portanto, que
me perdoem os estatizantes, a volta aos investimentos estatais não é solução.
O monopólio privado, com empresas verticalizadas e remuneração garantida, fun-
cionou bem em vários países, principalmente nos Estados Unidos da América (EUA),
mas nossa experiência não foi satisfatória. '
- A trajetória do setor elétrico é marcada pela alternância entre diferentes formatos
organizacionais, com destaque para a atuação de modelos estatais e a transição
para sistemas de capital privado. Durante muito tempo, a estrutura pública foi
a base da operação, coexistindo com discussões sobre a alocação de investimentos
que chegam a 7 bilhões de dólares por ano. Além da abordagem estatal, o cenário
internacional oferece exemplos como o dos Estados Unidos da América (EUA), onde
o monopólio privado com empresas verticalizadas e remuneração garantida obteve
êxito. No contexto nacional, busca-se entender como equilibrar os custos operacionais
e a necessidade de aportes constantes, considerando que os recursos financeiros
são vitais para o desenvolvimento e podem impactar diretamente as frentes de investimento
social, dependendo de como a administração é conduzida.
- '### 1.6.3.7 – Utilização de fatores de compensação pela corrente de sequência
zero (K0) que consideram o efeito do acoplamento mútuo de sequência zero
Assumindo que a corrente de sequência zero na linha acoplada é igual à corrente
residual da linha protegida ($I_r = 3 I_{0M}$), para uma falta no final da linha
com ambas as linhas em operação, a expressão da tensão $V_a$ se torna:
$$
V_a = Z_{1L} \left( I_a + \left( k_0 + \frac{Z_{0M}}{3Z_{1L}} \right) I_r \right)
$$
O termo entre parênteses que precede $I_r$ é o valor modificado de $K_0$ ($K_0''$)
requerido para eliminar os erros de medição quando as duas linhas se encontram
em serviço (primeiro cenário da tabela 1.3).
$$
k_0'' = k_0 + \frac{Z_{0M}}{3Z_{1L}} = \frac{Z_{0L} - Z_{1L} + Z_{0M}}{3Z_{1L}}
$$
Na figura 1.41, para uma falta no final da linha, a corrente residual da linha
paralela é:
$$
I_{0M} = - \frac{Z_{0M} I_r}{3Z_{0L}}
$$
Substituindo este valor na expressão da tensão e fazendo m=1 (falta no final da
linha):
$$
V_a = Z_{1L} \left( I_a + \left( k_0 - \frac{Z_{0M}^2}{3Z_{1L}Z_{0L}} \right)
I_r \right)
$$
O termo entre parênteses precedendo $I_r$ na equação anterior é o valor $K_0$
modificado ($K_0''''$) requerido para eliminar os erros de medição quando a linha
paralela estiver isolada e aterrada em ambos os terminais (terceiro cenário da
tabela 1.3).
$$
k_0'''' = k_0 - \frac{Z_{0M}^2}{3Z_{1L}Z_{0L}} = \frac{Z_{0L} - Z_{1L} - \frac{Z_{0M}^2}{Z_{0L}}}{3Z_{1L}}
$$
Tabela 1.4 – Valores de K₀ para diferentes condições de operação da linha paralela
| Estado de Linha Paralela | Valor de K₀ |
| :----------------------- | :---------- |
| Em serviço | $$ k_0'' = \frac{Z_{0L} - Z_{1L} + Z_{0M}}{3Z_{1L}}
$$ |
| Fora de serviço e aterrada em um ponto ou não aterrada | $$ k_0 = \frac{Z_{0L}
- Z_{1L}}{3Z_{1L}} $$ |
| Fora de serviço e aterrada em ambos os terminais | $$ k_0'''' = \frac{Z_{0L}
- Z_{1L}^2}{Z_{0T}} $$ |
Utilizando ajustes fixos, o usuário pode utilizar o ajuste K₀'''' para a unidade
de medida de zona 1 para evitar sobrealcance, e o valor de K₀'' para a zona 2
para evitar subalcance.
Utilizando grupos de ajuste, o usuário pode utilizar o valor K₀ para a zona 1
e K₀'' para a zona 2, quando o circuito paralelo estiver em operação. Quando a
linha paralela estive fora de operação e aterrada em ambos os terminais, o usuário
pode utilizar k₀'''' para a zona 1 e K₀'' para a zona 2. Alternativamente, pode
ser utilizado o valor K₀ para as zonas 1 e 2 se a linha paralela estiver isolada
e aterrada em apenas um ponto.
### 1.6.4 – Efeito de fontes intermediárias de corrente nos alcances dos relés
de distância
A figura 1.42 ilustra o problema provocado nos relés de distância quando existe
uma fonte de corrente entre o relé e o ponto de falta. Este efeito é denominado
*infeed*.
Figura 1.42 – Efeito de fontes intermediárias de corrente – *infeed*
A tensão na barra onde está ligado o relé é dada por:
$$ V_A = I_A . Z_A + xZ_C (I_A + I_B) $$
336 | Proteção de linhas de transmissão
E a impedância medida pelo relé é dada por:
$$
Z_{MEDIDO} = \frac{V}{I_A}
$$
Substituindo o valor de $V_A$ na expressão de $Z_{MEDIDO}$, temos:
$$
Z_{MEDIDO} = Z_A + xZ_C \frac{(I_A + I_B)}{I_A}
$$
A impedância real existente entre o relé e o ponto de falta é:
$$
Z_{REAL} = Z_A + xZ_C
$$
Como: $Z_{REAL} < Z_{MEDIDO}$, o relé apresenta tendência a subalcance.
Este problema ocorre porque a corrente $I_B$ injetada pelo circuito paralelo (fonte
interme-
diária) não é medida pelo relé.
O problema do *infeed* afeta particularmente todas as zonas de medição utilizadas
em es-
quemas de sobrealcance e é fundamental quando se utiliza retaguarda remota, já
que os al-
cances dos relés devem ser determinados considerando as condições de *infeed*,
o que inva-
riavelmente irá conduzir a características de relés muito abrangentes no diagrama
R-X em
condições normais. Quando as condições de *infeed* não estão presentes, os relés
irão alcançar
'
- source_sentence: Como funciona a proteção diferencial de linha no esquema mestre-escravo?
sentences:
- 'Exportar para Excel Processo não encontrado - DIT / ICG Solicitar integração
SGIntegração ONS Operador Nacional do Sistema Elétrico
10
# Grid de Resultado da Pesquisa
| | |
|---|---|
| **1- Informações Gerais do Processo** | |
| Processo | Nesta coluna o sistema apresenta o código do processo de integração
no SGIntegração. |
| Agente | Nesta coluna o sistema apresenta o nome do agente ou dos agentes selecionados.
|
| Função Transmissão | Nesta coluna o sistema apresenta a Função Transmissão que
está sendo integrada, ou que está recebendo algum reforço. |
| Centro Regional de Operação | Nesta coluna o sistema apresenta o Centro Regional
responsável pela Operação da instalação. |
| | - COSR-NE, COSR-NCO, COSR-SE, COSR-S, CNOS |
| Data da Solicitação | Nesta coluna o sistema apresenta a data em que a solicitação
foi realizada no sistema. |
| Prazo de Emissão | Nesta coluna o sistema apresenta o prazo para a emissão do
Termo de Liberação solicitado. Sendo o prazo regulamentar de 5 dias úteis, após
o dia da solicitação, para TLT, TLP, TLD e TLR sistêmico. |
| **2- Situação do TL – Esta parte do Grid diz respeito a situação da solicitação
encaminhada para o respectivo Termo de Liberação.** | |
| T | Termo de Liberação para Teste. |
| R | Termo de Liberação de Receita (por restrições sistêmicas ou por Pendência
impeditiva de Terceiros). |
| P | Termo de Liberação com Pendências |
| D | Termo de Liberação Definitivo |
| **LEGENDA** | |
| ◷ Em análise | ⇨ A situação "Em análise" significa que a solicitação cadastrada
está em fase de análise pelas áreas do ONS. |
| ◳ Em assinatura | ⇨ A situação "Em assinatura" significa que o Termo de Liberação
solicitado foi emitido no sistema e está em fase de assinatura pela Diretoria
do ONS. |
| ✕ Negado (Transmissão) | ⇨ A situação "Negado" significa que durante a fase
de análise dos requisitos foram encontradas pendências impeditivas próprias para
a emissão do respectivo Termo de Liberação. |
'
- A proteção diferencial de linha de transmissão é fundamental para garantir a seletividade,
operando com base na transmissão e recepção de sinais de corrente entre os terminais
através de sistemas de telecomunicação. Essa modalidade é notável por sua imunidade
a oscilações de potência, efeitos de indutância mútua e problemas de ferrorressonância
em TPs, dispensando a necessidade de informação de tensão. No contexto de operação,
pode-se adotar o esquema mestre-mestre, no qual equipamentos idênticos nos terminais
tomam decisões de disparo de maneira independente. Para esquemas que envolvem
a relação mestre-escravo, a arquitetura de proteção foca na compensação do atraso
(DEL) do canal de comunicação e na mitigação das correntes de line charging, cruciais
para evitar disparos indevidos em linhas de grande extensão diante de falhas externas.
A estabilidade do sistema é reforçada pela utilização de relés diferenciais percentuais,
onde a corrente de restrição é calculada pela soma dos valores absolutos das correntes,
enquanto a corrente diferencial advém da soma vetorial. Além disso, em configurações
de proteção que utilizam unidades de subalcance para falhas entre fases, os ajustes
de impedância de sequência positiva costumam variar entre 80% e 90%, assegurando
que a zona de atuação não alcance o barramento remoto e que os alcances das unidades
de medida se sobreponham adequadamente no meio da linha.
- 'A proteção diferencial de linha requer canais de comunicação para transmitir
e receber as informações de correntes dos dois ou mais terminais da linha. Ela
não necessita de informação de tensão, sendo imune a problemas tais como perda
de potencial do TP, ferrorressonância em TPs e transitórios em DCPs. Também são
imunes aos seguintes problemas:
- Efeitos de indutância mútua;
- Oscilações de potência;
- Reversão de corrente na eliminação de falhas em LT paralelas.
348 | Proteção de linhas de transmissão
A figura 1.54 mostra uma implementação básica de proteção diferencial de linha
de trans-
missão. Para compensação do tempo de transmissão do sinal do canal de comunicação,
deve
haver uma forma de compensação do atraso.
- A
- I_A
- SA
- TX
- DEL
- i_A
- +
- I_d
- I_d > I_op
- RX
- TPF
- Telecommunication System
- B
- I_B
- i_B
- SA - Adaptador de Sinal
- TX - Transmissor
- RX - Receptor
- I_OP - Corrente de Operação
- DEL - Compensação de Atraso
- TPF - Equipamento de Teleproteção
Figura 1.54 – Proteção diferencial de linha de transmissão
As proteções diferenciais podem ser implementadas em duas modalidades: esquema
mes-
tre-mestre e esquema mestre-escravo.
No esquema mestre-mestre, temos os mesmos equipamentos e relés nos dois terminais.
Neste tipo de configuração, a decisão de disparo é tomada pelos relés dos dois
terminais de
forma independente.
No esquema mestre-escravo, as correntes do terminal escravo são enviadas por comuni-
cação e a decisão de disparo é tomada no terminal mestre. O terminal escravo abre
por trans-
ferência direta de disparo recebida do terminal mestre.
As proteções diferenciais necessitam de compensação das correntes de *line charging*,
de
modo a evitar atuações incorretas para falhas externas no caso de aplicação a
linhas longas.
As diferenças de relação de transformação dos TCs nos terminais também necessitam
de com-
pensação pelo mesmo motivo. Os relés diferenciais de linha modernos possuem parâmetros
de ajuste que permitem essa compensação.
Os erros dos TCs são compensados pela utilização de relés diferenciais percentuais,
nos
quais a corrente diferencial é obtida pela soma vetorial das correntes medidas,
e a corrente de
restrição pela soma dos valores absolutos das mesmas correntes.
A figura 1.55 mostra a característica de operação de um relé diferencial de linha
com du-
pla inclinação.
Equipamentos de Geração e Transmissão | 349
Figura 1.55 – Característica de operação da proteção diferencial percentual
### 1.7.3 – Esquema de transferência direta de disparo por subalcance (DUTT)
Este esquema, mostrado de forma simplificada na figura 1.56, necessita de unidades
de subalcance para falhas entre fases e fase-terra em cada terminal e de equipamentos
de comunicação (TX, RX).
Figura 1.56 – Esquema de transferência direta de disparo por subalcance (DUTT)
As unidades de subalcance para falhas entre fases e fase-terra Z1(A) e Z1(B),
normalmente de distância, devem ser ajustadas de modo a não alcançar falhas no
barramento remoto. Normalmente, o ajuste é de cerca de 80% a 90% da impedância
de sequência positiva da linha, podendo ser menores dependendo da existência de
linhas acopladas magneticamente em paralelo. Os alcances das unidades de medida
devem se superpor para falhas no meio da linha.
350 | Proteção de linhas de transmissão
'
datasets:
- arturmatos/generated-triplets-final
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# SentenceTransformer based on arturmatos/qwen-0.6b-embeddings-msmarco-ckpt800
This is a [sentence-transformers](https://www.SBERT.net) model finetuned from [arturmatos/qwen-0.6b-embeddings-msmarco-ckpt800](https://huggingface.co/arturmatos/qwen-0.6b-embeddings-msmarco-ckpt800) on the [generated-triplets-final](https://huggingface.co/datasets/arturmatos/generated-triplets-final) dataset. It maps sentences & paragraphs to a 1024-dimensional dense vector space and can be used for semantic textual similarity, semantic search, paraphrase mining, text classification, clustering, and more.
## Model Details
### Model Description
- **Model Type:** Sentence Transformer
- **Base model:** [arturmatos/qwen-0.6b-embeddings-msmarco-ckpt800](https://huggingface.co/arturmatos/qwen-0.6b-embeddings-msmarco-ckpt800)
- **Maximum Sequence Length:** 2048 tokens
- **Output Dimensionality:** 1024 dimensions
- **Similarity Function:** Cosine Similarity
- **Training Dataset:**
- [generated-triplets-final](https://huggingface.co/datasets/arturmatos/generated-triplets-final)
### Model Sources
- **Documentation:** [Sentence Transformers Documentation](https://sbert.net)
- **Repository:** [Sentence Transformers on GitHub](https://github.com/huggingface/sentence-transformers)
- **Hugging Face:** [Sentence Transformers on Hugging Face](https://huggingface.co/models?library=sentence-transformers)
### Full Model Architecture
```
SentenceTransformer(
(0): Transformer({'max_seq_length': 2048, 'do_lower_case': False, 'architecture': 'Qwen3Model'})
(1): Pooling({'word_embedding_dimension': 1024, 'pooling_mode_cls_token': False, 'pooling_mode_mean_tokens': False, 'pooling_mode_max_tokens': False, 'pooling_mode_mean_sqrt_len_tokens': False, 'pooling_mode_weightedmean_tokens': False, 'pooling_mode_lasttoken': True, 'include_prompt': True})
(2): Normalize()
)
```
## Usage
### Direct Usage (Sentence Transformers)
First install the Sentence Transformers library:
```bash
pip install -U sentence-transformers
```
Then you can load this model and run inference.
```python
from sentence_transformers import SentenceTransformer
# Download from the 🤗 Hub
model = SentenceTransformer("sentence_transformers_model_id")
# Run inference
sentences = [
'Como funciona a proteção diferencial de linha no esquema mestre-escravo?',
'A proteção diferencial de linha requer canais de comunicação para transmitir e receber as informações de correntes dos dois ou mais terminais da linha. Ela não necessita de informação de tensão, sendo imune a problemas tais como perda de potencial do TP, ferrorressonância em TPs e transitórios em DCPs. Também são imunes aos seguintes problemas:\n\n- Efeitos de indutância mútua;\n- Oscilações de potência;\n- Reversão de corrente na eliminação de falhas em LT paralelas.\n348 | Proteção de linhas de transmissão\n\nA figura 1.54 mostra uma implementação básica de proteção diferencial de linha de trans-\nmissão. Para compensação do tempo de transmissão do sinal do canal de comunicação, deve\nhaver uma forma de compensação do atraso.\n\n- A\n- I_A\n- SA\n- TX\n- DEL\n- i_A\n- +\n- I_d\n- I_d > I_op\n- RX\n- TPF\n- Telecommunication System\n- B\n- I_B\n- i_B\n\n- SA - Adaptador de Sinal\n- TX - Transmissor\n- RX - Receptor\n- I_OP - Corrente de Operação\n- DEL - Compensação de Atraso\n- TPF - Equipamento de Teleproteção\n\nFigura 1.54 – Proteção diferencial de linha de transmissão\n\nAs proteções diferenciais podem ser implementadas em duas modalidades: esquema mes-\ntre-mestre e esquema mestre-escravo.\n\nNo esquema mestre-mestre, temos os mesmos equipamentos e relés nos dois terminais.\nNeste tipo de configuração, a decisão de disparo é tomada pelos relés dos dois terminais de\nforma independente.\n\nNo esquema mestre-escravo, as correntes do terminal escravo são enviadas por comuni-\ncação e a decisão de disparo é tomada no terminal mestre. O terminal escravo abre por trans-\nferência direta de disparo recebida do terminal mestre.\n\nAs proteções diferenciais necessitam de compensação das correntes de *line charging*, de\nmodo a evitar atuações incorretas para falhas externas no caso de aplicação a linhas longas.\nAs diferenças de relação de transformação dos TCs nos terminais também necessitam de com-\npensação pelo mesmo motivo. Os relés diferenciais de linha modernos possuem parâmetros\nde ajuste que permitem essa compensação.\n\nOs erros dos TCs são compensados pela utilização de relés diferenciais percentuais, nos\nquais a corrente diferencial é obtida pela soma vetorial das correntes medidas, e a corrente de\nrestrição pela soma dos valores absolutos das mesmas correntes.\n\nA figura 1.55 mostra a característica de operação de um relé diferencial de linha com du-\npla inclinação.\nEquipamentos de Geração e Transmissão | 349\n\nFigura 1.55 – Característica de operação da proteção diferencial percentual\n\n### 1.7.3 – Esquema de transferência direta de disparo por subalcance (DUTT)\nEste esquema, mostrado de forma simplificada na figura 1.56, necessita de unidades de subalcance para falhas entre fases e fase-terra em cada terminal e de equipamentos de comunicação (TX, RX).\n\nFigura 1.56 – Esquema de transferência direta de disparo por subalcance (DUTT)\n\nAs unidades de subalcance para falhas entre fases e fase-terra Z1(A) e Z1(B), normalmente de distância, devem ser ajustadas de modo a não alcançar falhas no barramento remoto. Normalmente, o ajuste é de cerca de 80% a 90% da impedância de sequência positiva da linha, podendo ser menores dependendo da existência de linhas acopladas magneticamente em paralelo. Os alcances das unidades de medida devem se superpor para falhas no meio da linha.\n350 | Proteção de linhas de transmissão\n\n',
'A proteção diferencial de linha de transmissão é fundamental para garantir a seletividade, operando com base na transmissão e recepção de sinais de corrente entre os terminais através de sistemas de telecomunicação. Essa modalidade é notável por sua imunidade a oscilações de potência, efeitos de indutância mútua e problemas de ferrorressonância em TPs, dispensando a necessidade de informação de tensão. No contexto de operação, pode-se adotar o esquema mestre-mestre, no qual equipamentos idênticos nos terminais tomam decisões de disparo de maneira independente. Para esquemas que envolvem a relação mestre-escravo, a arquitetura de proteção foca na compensação do atraso (DEL) do canal de comunicação e na mitigação das correntes de line charging, cruciais para evitar disparos indevidos em linhas de grande extensão diante de falhas externas. A estabilidade do sistema é reforçada pela utilização de relés diferenciais percentuais, onde a corrente de restrição é calculada pela soma dos valores absolutos das correntes, enquanto a corrente diferencial advém da soma vetorial. Além disso, em configurações de proteção que utilizam unidades de subalcance para falhas entre fases, os ajustes de impedância de sequência positiva costumam variar entre 80% e 90%, assegurando que a zona de atuação não alcance o barramento remoto e que os alcances das unidades de medida se sobreponham adequadamente no meio da linha.',
]
embeddings = model.encode(sentences)
print(embeddings.shape)
# [3, 1024]
# Get the similarity scores for the embeddings
similarities = model.similarity(embeddings, embeddings)
print(similarities)
# tensor([[ 1.0000, 0.6342, -0.1154],
# [ 0.6342, 1.0000, 0.1242],
# [-0.1154, 0.1242, 1.0000]])
```
## Training Details
### Training Dataset
#### generated-triplets-final
* Dataset: [generated-triplets-final](https://huggingface.co/datasets/arturmatos/generated-triplets-final) at [5eb4d64](https://huggingface.co/datasets/arturmatos/generated-triplets-final/tree/5eb4d644e1a90f7838894657e99bd168d76968d0)
* Size: 145,000 training samples
* Columns: anchor, positive, and negative
* Approximate statistics based on the first 1000 samples:
| | anchor | positive | negative |
|:--------|:----------------------------------------------------------------------------------|:---------------------------------------------------------------------------------------|:--------------------------------------------------------------------------------------|
| type | string | string | string |
| details |
Qual é a distância mínima de segurança para instalar cabos elétricos perto de sacadas e janelas de prédios? | 12 - Cantoneira Reta - ferragem de abas iguais, utilizada na instalação de equipamentos, suporte "Z" e ancoragem de rede.
13 - Grampo de Ancoragem - acessório com cunhas poliméricas, utilizado para encabeçamento do cabo coberto.
ND-2.9 - Instalações Básicas de Redes de
Distribuição Compactas
CEMIG Distribuição S.A.
Classificação: Público 2-1
## 2 AFASTAMENTOS MÍNIMOS
### Notas Gerais
1 - Apesar desta Norma tratar de instalações de redes com cabos dotados de cobertura protetora (não isolante), os espaçamentos mínimos devem ser mantidos nas diversas situações apresentadas.
2 - Observar afastamentos mínimos em prédios públicos, históricos e tombados pelo patrimônio histórico.
3 - Em situações onde os condutores aproximam-se das sacadas dos prédios ou janelas, comprometendo os espaçamentos mínimos previstos, poderá ser adotada a seguinte solução:
- Quando a cota A da Figura 6 estiver inferior a 1,50 m, instalar o segundo alimentador no lado da rua, sob o primeiro.
- Situações t... | As normas da CEMIG Distribuição S.A., especificamente a ND-2.9 para instalações de redes compactas, definem critérios para os afastamentos em edificações. O documento orienta que, embora os cabos possuam cobertura protetora, é fundamental observar os espaçamentos em relação a sacadas, janelas e telhados para garantir a segurança das pessoas, seguindo as padronizações das redes de distribuição aérea convencional. Existem orientações sobre como proceder quando os condutores se aproximam de sacadas de prédios, incluindo a possibilidade de readequação da instalação dos alimentadores e a consideração de proteções adicionais em situações temporárias conforme a NR-10. Além disso, o texto cita o uso de ferragens como a cantoneira reta e o grampo de ancoragem, e as figuras de 1 a 6 ilustram diferentes cenários de afastamento vertical e horizontal entre os condutores e as estruturas das edificações, devendo-se observar também as condições de prédios históricos e tombados. |
| O que foi feito com a sobra de energia elétrica no Brasil nos anos 80? | O problema maior com que nos deparamos foi a sobra de energia. O setor elétrico vinha crescendo a taxas de 10 a 12% ao ano, e estava planejado para crescer nesse ritmo, quando entramos nos anos 80. Usinas cuja construção tivera início quatro ou cinco anos antes estavam entrando em operação, com aquelas perspectivas de crescimento. A sobra foi inevitável. Simultaneamente, estávamos atravessando uma grave crise na balança de pagamentos. A grande contribuição do GCOI nesse momento foi detectar toda a energia que estava sobrando no sistema e sugerir ao governo que a repassasse aos usuários a um preço altamente incentivado. Criou-se então a Epex – Energia Excedente para a Produção de Bens de
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Exportação –, mediante a qual se oferecia energia a preço baratíssimo a quem fosse fabricar
bens para exportação. Havia ainda a EGTD– Energia Garantida por Tempo Determinado, um
mecanismo destinado a incentivar a substituição de derivados de petróleo por energia elétrica
| Durante a década de 80, o planejamento do setor elétrico brasileiro enfrentou desafios críticos devido ao ritmo de expansão das usinas. Com projetos de construção iniciados cerca de quatro ou cinco anos antes, a entrada em operação dessas unidades coincidiu com uma mudança drástica nas taxas de crescimento, que anteriormente se mantinham entre 10% e 12% ao ano. Nesse cenário de transição, o GCOI desempenhou um papel fundamental ao monitorar a situação sistêmica frente à grave crise na balança de pagamentos que o país atravessava. O foco das autoridades e do GCOI concentrou-se na detecção técnica da capacidade energética disponível, considerando que toda a infraestrutura nacional havia sido dimensionada para um patamar de consumo elevado que não se confirmou, gerando um descompasso estrutural entre a oferta planejada e a realidade econômica do período. |
| Como está o desempenho da CEMIG D na micro e minigeração distribuída? | XXIII - descumprir as disposições regulamentares estabelecidas nas Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica, não especificadas nos arts. 3º, 4º, 5º e 7º.
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5. Em 28 de setembro de 2020, o Processo foi distribuído ao então Diretor Sandoval Feitosa.
6. Em 29 de setembro de 2020, ⁴foi solicitado à Procuradoria Federal junto à ANEEL ("PF/ANEEL") a emissão de parecer jurídico.
7. Em 8 de outubro de 2020, a PF/ANEEL aprovou o Parecer nº 00311/2020/PFANEEL/PGF/AGU, opinando pelo conhecimento do Recurso Administrativo interposto, para, no mérito, negar provimento, mantendo-se incólume a Decisão proferida pela SFE em juízo de reconsideração (Despacho SFE nº 2.602, de 2020).
8. Em 2 de maio de 2022⁵, a assessoria de diretoria solicitou à SFE a prestação de informações atualizadas sobre como está o desempenho da CEMIG D acerca dos procedimentos relacionados à micro e minigeração distribuída.
| No âmbito do Processo distribuído ao Diretor Sandoval Feitosa, a análise sobre o desempenho da CEMIG D referente aos procedimentos de micro e minigeração distribuída fundamenta-se no cumprimento das disposições regulamentares das Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica. O Parecer nº 00311/2020/PFANEEL/PGF/AGU, aprovado em outubro de 2020, validou a manutenção da Decisão proferida pela SFE através do Despacho nº 2.602, de 2020. Tais registros administrativos e as solicitações de informações atualizadas visam assegurar que a distribuidora não descumpra os arts. 3º, 4º, 5º e 7º das normas vigentes, mantendo incólume o rito do Recurso Administrativo interposto durante a tramitação iniciada em setembro de 2020. |
* Loss: [MultipleNegativesRankingLoss](https://sbert.net/docs/package_reference/sentence_transformer/losses.html#multiplenegativesrankingloss) with these parameters:
```json
{
"scale": 20.0,
"similarity_fct": "cos_sim",
"gather_across_devices": false
}
```
### Training Hyperparameters
#### Non-Default Hyperparameters
- `per_device_train_batch_size`: 16
- `gradient_accumulation_steps`: 16
- `learning_rate`: 3e-05
- `num_train_epochs`: 2
- `lr_scheduler_type`: constant_with_warmup
- `warmup_ratio`: 0.03
- `bf16`: True
- `batch_sampler`: no_duplicates
#### All Hyperparameters